Índice dos posts publicados entre Novembro de 2005 e Fevereiro de 2006- textos de fundo: Identidade-Projecto;
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Índice dos posts publicados entre Novembro de 2005 e Fevereiro de 2006
Nenhum exemplo será porventura mais eloquente da incapacidade, da impotência e da irresponsabilidade, ilusão vintecincodabrilesca incluída, do que o do transporte ferroviário português.
Esteve bem José Ribeiro e Castro, ontem, quando voltou a classificar adequadamente este governo, nascido das trapalhadas e dos episódios que Sampaio não quis identificar.



Foi reconduzido para mais um mandato, o actual governador do Banco do sétimo país mais endividado do mundo.


Os saloios dos ministros portugueses do governo Sócrates (o que antes de atingir o estrelato primo-ministerial era visto a esquiar na Serra Nevada como quem vai ao supermercado em fato-de-treino), agora até a dignidade de Estado já parece terem perdido.


Fez da Presidência da República a fonte primária da crescente ausência de autoridade do Estado, com discursos elípticos, imperceptíveis, contradições sucessivas, episódios muitos, sem conta, trapalhadas inimagináveis...
É a personificação da patetice política. Agora, em linha com todo o seu mandato de 10 anos, ao longo do qual condecorou tudo e todos, condecorou também empresários, massivamente.
Empresários que, apesar de sistematicamente e permanentemente vilipendiados pelo poder político, acorrem solícitos para receberem a coleira dos submissos!
Para a receberem das mãos de um poder político inerte, decadente, maldizente precisamente do papel dos empresários na grandiosa feira de vaidades que é a sociedade portuguesa destes dias.
Para a receberem dos mais altos representantes de um estado que alguns publicamente referem como a Argentina da Europa.
O quadro não poderia ser mais desolador e demonstrativo da desnecessidade de um regime republicano porque, com o regime monárquico, sempre havia argumentos para a chegada da patetice à chefia do estado.