quinta-feira, maio 24, 2007

sexta-feira, maio 18, 2007

caminhos / arquitectura high tech


Eduardo Souto de Moura high tech ?

quinta-feira, maio 17, 2007

caminhos / ainda a tempo


Raízes da arquitectura High-Tech de Richard Rogers. O, ainda a tempo, Pritzker de 2007.

quarta-feira, maio 16, 2007

marco / tempo de agir

hope / o regresso


Faz amanhã sete meses que foi publicado o último post: como o tempo passa!

terça-feira, outubro 17, 2006

marco / Os Novos Brasis

A União Ibérica de 1580-1640 esteve na base do que é o Brasil hoje, porque sem ela e na vigência do Tratado de Tordesilhas, o território brasileiro -com o que decorre dessa matriz- não teria seguramente a configuração que conhecemos e admiramos.
Quantos novos brasis não poderão surgir ainda -nas configurações actuais que a crescente globalização pode gerar- como resultado da institucionalização de uma nova ligação política forte, no respeito das soberanias nacionais que se impõem, entre a Espanha, nação de nações, e Portugal?

sábado, outubro 14, 2006

caminhos / Movimento Português para a Federação Ibérica


Recordando o número quatro do artigo oitavo (Direito Internacional) da Constituição da República Portuguesa:
As disposições dos tratados que regem a União Europeia e as normas emanadas das suas instituições, no exercício das respectivas competências, são aplicáveis na ordem interna, nos termos definidos pelo direito da União, com respeito pelos princípios fundamentais do Estado de direito democrático.
Não seria preciso um grande esforço nacional, até constitucional, para se estabelecer um grau intermédio entre o Portugal independente que hoje temos e o Portugal membro da União Europeia em que hoje vivemos, pois não?
Uma Federação Ibérica, por tantos portugueses ilustres já defendida, e não só, não fará de facto todo o sentido?
Não estará mesmo a fazer falta um MOVIMENTO PORTUGUÊS PARA A FEDERAÇÃO IBÉRICA?

terça-feira, outubro 10, 2006

hope / O EXEMPLO


O novo Procurador Geral da República (PGR) tem uma boa deixa para dar o exemplo e mostrar a diferença, impondo um estilo condicente com o seu discurso de tomada de posse e com o discurso do Presidente da República.
É informar sobre o ponto em que se encontra o chamado caso do licenciamento do Freeport de Alcochete que, por duas vezes, veio a público num jornal semanário, O Independente, que, por acaso, até já fechou.
É publicar um relatório em que, de uma vez por todas, esclareça que a alta figura do Estado que é o Primeiro Ministro actualmente em funções, não teve definitivamente nada a ver com o assunto e que o processo se encontra encerrado.
“A grande corrupção, arrastando os grandes interesses, torna os poderosos mais poderosos e os fracos mais fracos”, disse o novo PGR, e bem. Então que dê conta de um caso que não está devidamente esclarecido em termos de informação à opinião pública sobre a respectiva investigação e que, portanto, deve ser objecto de uma posição inequívoca por parte da Procuradoria Geral da República.
É que a recente nomeação do homólogo francês do PGR, por Chirac, não dá assim tanto conforto como os discursos ouvidos poderiam prognosticar...

quinta-feira, agosto 24, 2006

caminhos / mudar de ares

"NASA is making an unprecedented investment in commercial space transportation services with the hope of creating a competitive market for supply flights to the International Space Station (ISS)"

Venha lá essa possibilidade, e depressa, de mudarmos de ares porque aqui em baixo é cada vez mais insuportável o modus vivendi desta nossa triste espécie ...

quinta-feira, agosto 17, 2006

fancy / o espelho da indústria nacional


O actual presidente da CIP é bem o espelho da indústria nacional institucional.
A vaidade pessoal, que não trata de disfarçar, leva-o a falar nos telejornais, como ontem, sem qualquer articulação de pensamento, num vai-vem permanente de dizer e desdizer, extremamente confrangedor.
Este agraciado com a Grã-Cruz da Classe de Mérito Industrial por ocasião dos saldos de condecorações de Sampaio, mais parece um membro do governo, de tal modo defende ou evita criticar as políticas claramente contrárias aos interesses dos empresários, da indústria e do país levadas a cabo de modo sistemático pela incompetente equipa de Sócrates.

quarta-feira, agosto 16, 2006

pilhérico / governo sem vergonha


Notícias dos últimos dias:
60% da mata ardida pertence ao Estado

terça-feira, julho 11, 2006

offside / habilidade a destruir, incapacidade a construir


Os dez anos que passam, desde a constituição da CPLP, trazem à mente duras constatações.
Houve muita habilidade na destruição do investimento de muitas gerações de portugueses nas ex-colónias.
Mas foram precisos 20 anos para se formar um primeiro orgão com objectivos de congregação de vontades à volta do esforço histórico dos portugueses, orgão cujo surgimento, aliás, muito deve ao impulso de notáveis brasileiros.
Passados estes dez anos, com o fracasso da CPLP bem à vista, o que se confirma é uma clara incapacidade a construir, designadamente por parte da classe política portuguesa, sempre a fugir das questões económicas (as que mais relevam no mundo em que vivemos), como ainda ontem se viu pelas patéticas declarações de António Vitorino na televisão sobre esta matéria.
A CPLP e a inquestionável falta de dinamismo que ostenta é bem a imagem do posicionamento dos políticos pós-revolução de 74 perante a riqueza que o relacionamento dos portugueses com esses países representa.
Um posicionamento que deriva da continuada indefinição do papel de Portugal no mundo que, para estes políticos, não parece nada interessante enfrentar ...

segunda-feira, julho 10, 2006

descaminhos / MOMENTOS DE DESLIZE COM AS ASAS FECHADAS

Os fringilídeos (família Fringillidae) são aves passeriformes que se alimentam de sementes. A maior parte das espécies conhecidas habitam o hemisfério norte, ainda que se encontrem, em menor extensão, em África e na América do Sul.
São de pequeno ou médio porte e ostentam um bico forte, geralmente cónico e, nalgumas espécies, bastante largo. Todos têm 12
rectrizes e nove rémiges primárias. Os seus ninhos têm a forma de cesto e são construídos em árvores. O seu voo é caracterizado pela alternância entre impulsos bruscos de golpes de asa e momentos de deslize com as asas fechadas. A maior parte das espécies são canoras.
A História de Portugal, como o voo dos fingilídeos, caracteriza-se "pela alternância entre impulsos bruscos de golpes de asa e momentos de deslize com as asas fechadas"
É assim que estamos há já muitas (demasiadas) décadas, a deslizar com as asas fechadas.
Mostram os actuais líderes capacidade para inverter a rota para o estatelamento em que nos encontramos?
Tem Sócrates visão para abrir as asas?
E esta surpresa chamada Cavaco, a apostar em roteiros para a inclusão e coisas parecidas, tem (alguma vez teve) arcaboiço para um brusco golpe de asa?
Os factos que vamos observando no dia-a-dia demonstram com toda a evidência que não.
O desespero do governo em sacar dinheiro por tudo quanto é lado, para alimentar a máquina que lhe dá os votos, vai mesmo ao ponto de colidir com a constitucionalidade dos seus actos, como acontece agora com a quebra do sigilo bancário em reclamação graciosa (segundo MRSousa).
O golpe de asa que o país precisa não exige, no entanto, que a Constituição seja ferida, ou mesmo alterada como sempre reclama a autoproclamada direita inscrita no CDS.
Necessita de coisas bem mais simples, ao alcance de todos.
Necessita de mais gente esclarecida a falar como fala Miguel Sousa Tavares.
Necessita de mais gente a dizer a verdade sobre o estado do país e o caminho que está a levar, como Medina Carreira.
Necessita de mais vozes como a de Vasco Pulido Valente, a alertar para os problemas históricos, já estruturais, de Portugal, a que há que dar solução.
Necessita de mais Belmiros de Azevedo ( dos tempos em que Belmiro zurzia no governo, não do Belmiro de hoje caladinho para não prejudicar a OPA...).
Necessita ... de oposição!

sábado, julho 08, 2006

pilhérico / a História repete-se!


Não era muito difícil adivinhar, quando se começaram a ver os primeiros comportamentos presidenciais de Cavaco e Maria: a História repete-se!
Tal como Sampaio que, como se viu, choramingava por todo o lado e - como muito bem analisou Miguel Sousa Tavares -, foi um presidente absolutamente destrutivo para Portugal e, mesmo, para a democracia, Cavaco vai por caminho idêntico:
Confirma-se assim, sem margem para dúvidas, a longa fase de falta de líderes que Portugal atravessa, quando assistimos a toda esta pieguice e, por dever de cidadania, a comparamos com os feitos dos nossos antepassados e com os meios de que dispuseram para os atingir.

sexta-feira, julho 07, 2006

descaminhos / a aceleração do desastre

A aceleração do desastre é inevitável, perante estas declarações do novel ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros.
Licenciado em Economia, por certo devia ter em atenção que um país pequeno como Portugal, escassíssimo de recursos humanos qualificados, recursos financeiros e recursos técnicos, não deve (e também não pode) diversificar excessivamente os seus mercados, como já é por demais evidente.
Portugal, através do Estado e dos privados já vai a todas, investe não importa onde e no quê, quer ser bom internacionalmente nos mais diversos sectores da actividade económica e em todos os mercados, da América à Ásia.
Agora vem este ministro dizer que nos concentrámos em excesso nos PALOP's!
Será que não viu ainda que estamos a ser literalmente esmagados em Angola, o mercado dos PALOP's mais importante, pelos chineses, pelos brasileiros, pelos espanhóis, pelos italianos, pelos franceses e por aí a fora?
Este é bem um ministro à moda de Sócrates, mas com políticas como esta de diversificar mais ainda, agora em África, não se ficará apenas por "aparar a sebe", na feliz expressão de Vasco Pulido Valente, este - tudo indica - vai dar mais uns cortes que vão continuar a afectar indelevelmente as raízes ...

terça-feira, julho 04, 2006

cataventos / o que fará Cavaco?


As dificuldades de carácter económico e financeiro, de dimensão histórica, que Portugal atravessa, não podem deixar de levar o Presidente Cavaco Silva a tomar medidas perante os gastos da Presidência da República.
Dos anteriores presidentes, designadamente os socialistas, conhecemos bem o seu pendor especial para gastar, mas agora, a cultura de poupança e de rigor que Cavaco sempre gostou de transmitir, não pode deixar de ser consequente.
É muito oportuno ter em atenção as palavras de Dom Duarte de Bragança, quando refere:
Perante isto, o que fará Cavaco?

segunda-feira, julho 03, 2006